A minha família é muito especial, ela está sempre ao meu lado e é muito grande.
O meu avô tem cabelo preto e tem olhos muito bonitos. Quando a minha mãe está triste, telefona à minha avó e ela diz: «Estás bem?» e depois passam muitos minutos a falar.
Mas agora falemos dos meus primos. Eu tenho muitos primos e quando quero brincar, vou logo brincar com eles. O primo que eu tenho mais perto chama-se Facundo. Eu adoro brincar com ele porque ele é muito pequenino.
Eu adoro a minha família porque eles amam-me e dão me muito carinho.
Valentina (3º Ano)
Madalena (2º Ano)
A minha família é a melhor do mundo.
Eu adoro a minha família porque ela dá‑me muitos presentes no Natal. Também é no Natal que a minha família me dá mais atenção e eu adoro.
Mas o principal, é que a minha família me dá muito carinho.
Bernardo (3º Ano)
Eu gosto muito da minha família.
Ricardo (3º Ano)
A estrela aventureira chama-se Berlimbau. Ela era tão divertida que um dia ela foi para a floresta.
Quando chegou à floresta, a Berlimbau conheceu uma pessoa muito estranha chamada Nafi. Depois de a Berlimbau conhecer a Nafi perguntou:
_Olá eu sou a Berlimbau e tu como te chamas?
_Eu chamo-me Nafi.
_Muito prazer
_Sim eu adorava ir ao céu contigo!
Então depois de as amigas se conhecerem melhor foram para o céu.
Quando chegaram foram até ao parque e conheceram a mãe da Berlimbau.
Depois foram brincar, andaram de escorrega e a Nafi disse:
_Que bom ter vindo ao céu!
Valentina (3º Ano)
Era uma vez um menino que se chamava Ruizinho.
Todos os dias o Ruizinho passeava pela Aldeia e batia à porta de toda a gente:
_ Trus trus… _ batia ele e depois fugia.
O Ruizinho batia à porta de toda a gente.
Uma vez foi bater à porta de uns velhinhos, ele chamado Alexandrino e a velhinha chamada Betina:
‑ Trus trus…
‑ Quem é?
‑ É o Ruizinho.
E depois fugiu.
Depois foi bater à porta do vizinho Dani mas este pregou-lhe uma partida: meteu super cola 3 na campainha e o Ruizinho ficou lá colado.
Foi assim que o Ruizinho deixou de bater às portas e às campainhas.
Trus trus nunca mais disse o Ruizinho.
Quem faz asneiras é sempre apanhado.
Vanessa (2º Ano)
Era uma vez uma Traça que só comia paus e os vizinhos chateavam-se cada vez que a Traça comia um pau.
Fazia muuuuito barulho!!!
Um dia, os vizinhos da Traça prepararam‑lhe uma matreirice: arranjaram um balão em forma de pau e puseram água a ferver lá dentro.
A Traça começou a roer o balão e queimou os lábios.
‑ Au, au, au! – queixou‑se a Traça.
‑ Tinóni,tinóni, tinóni…
E chega a ambulância que o levou logo para o hospital.
Sofia e Bernardo (3º Ano)
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